Archive for Dezembro, 2015

Missão e desafios da universidade do século XXI – da claustrofobia à responsabilidade social da academia: uma perspetiva cruzada com as opções fundamentais do direito educacional brasileiro

2 de Dezembro de 2015

Na reflexão sobre a missão, funções e desafios da universidade dos tempos atuais, uma conclusão inelutável se impõe: esgotada a perspetiva autocentrada de universidade, é imperioso que esta, sem prejuízo da sua especificidade institucional, assuma, no desempenho das suas funções de pesquisa, ensino e extensão, de forma consequente, o imperativo da responsabilidade social.

Ao analisar-se o direito educacional brasileiro, conclui-se que, de um modo geral, as opções fundamentais consagradas no ordenamento jurídico traduzem adequadamente a visão e os desafios da Universidade do século XXI.imagem Coloquio

Esta é súmula da conferência apresentada a 26 de novembro de 2015, no I Colóquio Internacional da Faculdade do Vale do Itapecuru – FAI (Caxias, Maranhão).

 

Leia a seguir o texto integral da Palestra:

Universidade no seculo XXI_claustrofobia vs responsabilidade social

Praia, 2 de dezembro de 2015.

Bartolomeu Lopes Varela

Universidade de Cabo Verde

Pode igualmente ler o texto na página da FAI, através do link:

Colóquio Universidade e responsabilidade social

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Diversidade, cidadania e inclusão nas políticas e práxis educacionais: a relevância das ações afirmativas nos contextos global, nacional e local

2 de Dezembro de 2015

As desigualdades socioeconómicas, a heterogeneidade cultural e a diversidade de necessidades educativas dos alunos, no contexto do ensino superior, justificam que, ao arrepio das tendências de uniformização das políimagem_Bart Palestraticas educacionais, sob a égide da globalização hegemónica, sejam adotadas ações afirmativas que promovam a equidade no acesso, a inclusão e o sucesso dos sujeitos aprendentes, bem como a sua inserção na vida ativa, rompendo com lógicas de discriminação e reprodução das desigualdades.

Todavia, sob pena de fracassarem, as ações afirmativas não devem limitar-se à dimensão prescritiva das políticas educativas, que se evidencia especialmente nos normativos, documentos e discursos oficiais.

Assim, e no pressuposto de que o desafio da democratização e qualificação dos níveis de ensino a montante do ensino superior é assumido com determinação pelo Estado e demais atores, as ações afirmativas no ensino superior serão tanto mais bem-sucedidas quanto maior for a sua assunção efetiva a nível das academias, quer mediante o engajamento e protagonismo dos alunos beneficiários dessas medidas, quer através da realização dos currículos prescritos numa perspetiva interpretativa, inovadora, diferenciada e emancipadora, traduzindo a essência democrática e inclusiva do ato pedagógico.

Esta é súmula da Palestra Magna proferida a 25 de imagem_palestranovembro de 2015, na abertura da VIII Semana Científica e do I Colóquio Internacional da Faculdade do Vale do Itapecuru – FAI (Caxias, Maranhão).

Leia a seguir o texto integral da Palestra:

  Praia, 2 de dezembro de 2015.

 Ph.D. Bartolomeu Lopes Varela

 Universidade de Cabo Verde

PS: O texto pode ser ainda lido na página da FAI através do seguinte link:

Palestra Magna FAI


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